investidor_anjo_empreendedor

investidor_anjo_empreendedor

Tudo na vida começa com algum tipo de estória. E isso funciona com investidores-anjos. Antes deles investirem no seu negócio você deve seduzí-los com alguma estória interessante. O Marcelo já falou sobre o que eles buscam então vou me ater sobre como você deve falar. Qual a estória que você deve contar para conseguir seduzí-los. Investidores, via de regra, são pessoas muito ocupadas. Então em um primeiro contato para que ele se interesse sobre o seu negócio você deve responder a 4 perguntas.

  1. Qual é o problema que você vai resolver?
  2. Qual o tamanho do mercado potencial?
  3. Quanto você vai faturar?
  4. Qual é a estratégia de saída para o investidor?

Estas perguntas devem ser respondidas com precisão cirúrgica. Se você responder bem estas quatro perguntas eu arrisco a dizer que você já percorreu uns 90% do caminho para marcar uma próxima reunião.

Lembre-se que eles tem dinheiro e você não. Você precisa deles, mas o inverso não é verdadeiro. Já vi muito empreendedor achar que a sua idéia era tão boa que qualquer investidor gostaria de viabilizar o negócio. Investidores recebem centenas de planos de negócios por mês. O seu é apenas “mais um”.

Já vi gente pedindo investimento como se o investidor-anjo fosse um banco, tipo eu preciso de 200 mil e depois de um ano te pagarei isso com juros da taxa selic. Falar isso é praticamente cometer um suicídio nas frente dos investidores. Eles não são bancos; não são o seus pais para emprestar dinheiro a juro barato; e não são seus amigos. Eles querem rentabilizar seus investimentos com uma taxa superior às aplicações financeiras existentes. E mais, eles querem saber exatamente quando e como sairão da sua empresa. Pensar que eles serão seus sócios para sempre é um grande engano.

Investidores na maior parte das vezes preferem uma idéia mediana com um empreendedor fora de série do que uma idéia genial com um empreendedor mediano. A idéia é apenas uma extensão da personalidade do empreendedor. Então mostre que você ama a sua idéia.

Outro ponto a ser lembrado. Ser empreendedor é como ser honesto. Ninguém diz que é honesto. As pessoas sabem se você é ou não. Nunca fale para um investidor que você é empreendedor. Deixe isso subentendido no seu discurso. Exemplifique isso com ações.

E por último, mas não menos importante, seja consciso. Como eu disse no início, investidores são pessoas ocupadas. Deixe que eles direcionem a conversa.

Be wise.

Crédito da foto.

Ao todo, 1.721 empresas foram qualificadas na primeira etapa da chamada pública do Programa Primeira Empresa (Prime). As listas dos aprovados foram divulgadas pelas 17 incubadoras-âncoras selecionadas pela FINEP para operar o programa em todo o Brasil. O resultado oficial desta etapa será conhecido no dia 18 de junho, após o término do prazo de julgamento dos recursos.

Para participar do programa Prime, o candidato precisava antes cadastrar a sua empresa no Portal da Inovação. No dia 30 de abril, quando terminou o prazo para apresentação de propostas ao Prime, o Portal apontava para 3.159 cadastros de empresas inovadoras nascentes em todo o País.

Destinado a apoiar empresas inovadoras de base tecnológica que tenham até dois anos e estejam formalmente legalizadas, o Prime vai financiar empreendimentos que se destaquem pelo caráter inovador de seus produtos ou serviços. Em quatro anos, o programa deverá investir R$ 1,3 bilhão em cinco mil empresas nascentes. Para este ano, estão previstos recursos da ordem de R$ 230 milhões.

Próximos passos

Os empreendedores que tiveram suas propostas qualificadas nesta primeira etapa vão participar de um curso de capacitação obrigatório, com duração de quatro dias. Durante o treinamento, que será realizado em 10 cidades no período de 22 de junho a 10 de agosto, eles receberão orientações sobre legislação, marketing, finanças e outros assuntos que contribuam para o aprimoramento de seus planos de negócios. Após o curso, todos receberão um roteiro eletrônico onde deverão apresentar as suas metas empresariais. “É possível que neste período ocorram desistências por diversos motivos”, afirma Gina Paladino, superintendente da Área de Pequenas Empresas Inovadoras da FINEP. A partir do dia 28 de agosto, começa então o julgamento final das propostas que contará com uma banca formada por representantes da FINEP, das incubadoras parceiras e de entidades empresariais e de governo.

A lista final, com todas as empresas contempladas, está prevista para 30 de setembro. Segundo Paladino, a contratação das empresas pelas incubadoras deverá ocorrer no mês de outubro.

Cada empresa selecionada vai receber R$ 120 mil em recursos não-reembolsáveis, em duas parcelas, que serão aplicados na estruturação dos planos de negócios, visando o desenvolvimento de novos produtos e serviços. O repasse dos recursos ficará a cargo dos agentes nos estados. As 17 incubadoras-âncora vão operar com recursos diferenciados, entre R$ 9 milhões e R$ 14,4 milhões. No cálculo, foram levadas em consideração as estimativas de demanda local apresentadas por essas instituições parceiras.

O Prime em números

Das 3.159 empresas cadastradas no Prime através do Portal da Inovação, 775 residem em incubadoras e cerca de 2.700 nunca receberam qualquer tipo de apoio da FINEP que pela primeira vez contempla em sua política de financiamento à inovação empresas deste porte.

As empresas inovadoras inscritas no Portal estão espalhadas por 26 Unidades da Federação, abrangendo mais de 330 municípios. Desses, Porto Alegre lidera com 262 inscrições, seguido por Rio de Janeiro (231), São Paulo (192) e Belo Horizonte (189). “Nunca na história da FINEP houve um programa com tamanha capilaridade nacional”, afirma Paladino. Do total de empresas cadastradas, 1.183 são de setores de informação e comunicação, 616 desenvolvem atividades profissionais, científicas e técnicas e 566 são de indústrias de transformação.

Fonte: FINEP

Be wise.

sinapse_da_inovacao

sinapse_da_inovacao

E a melhor parte do título acima vem agora. Estes R$ 50 mil reais são de subvenção econômica. Ou seja, não é necessário reembolso. Ontem eu estive em Blumenau na FURB para a palestra de lançamento do projeto Sinapse da Inovação.

O que é necessário para participar?

  1. Ter uma idéia inovadora
  2. Cadastrar-se no Portal Sinapse como PROPONENTE. Importante: deve ser indicada a cidade onde será operacionalizado o almejado Empreendimento (Empresa Nascente ou Empresa Aquisidora de Tecnologia/Solução), pois a avaliação das Propostas de Idéias será realizada pela Mesorregião onde este empreendimento se realizará.
  3. Conhecer o EDITAL FAPESC/FINEP e o conteúdo do Portal SINAPSE da INOVAÇÃO, em particular:
  4. Editar e Postar sua Idéia no SINAPSE LAB
  5. Inserir melhorias na sua Proposta de Idéia, que podem ser realizadas, reiteradamente, visando aumentar as chances de seleção quanto ao mérito.
  6. Aguardar a publicação dos vencedores da etapa de Captação de IDÉIAS. O resultado será comunicado pela Coordenação Geral Regional e também disponibilizado na Central de Comando, no Auditório dos Selecionados.
  7. Caso não tenha sido classificado, não desista de sua IDÉIA de Inovação. Haverá outras oportunidades, que estarão sendo anunciadas pelo InfoInovaSC. Inscreva-se em http://www.inovasc.org.br/informativo/cadastro/
  8. Caso tenha sido classificado – parabéns! – você será credenciado a continuar como PROPONENTE e convidado a gerar um Projeto de Empreendimento, bem como, a participar do treinamento específico do programa.
  9. As ações subseqüentes serão, oportunamente, aqui informadas.

Dica: Você pode inscrever mais de uma idéia.

Os benefícios:

  • Capacitação em planejamento de empreendimento, os empreendedores de até 200 propostas selecionadas;
  • Recomendação dos 100 melhores projetos de empreendimentos às incubadoras de empresas catarinenses;
  • Financiamento não reembolsável de 50 mil reais, aos 60 projetos finalistas.

Data limite para a primeira fase: 15 de junho.

Quem reclama que não consegue dinheiro para financiar sua startup é porque não sabe procurar direito. Dinheiro tem de sobra.

Be wise.

desafio_america_latina

desafio_america_latina

As inscrições para o desafio Brasil foram abertas. O prazo final para inscrição será dia 05 de junho. Não deixe para última hora. Como eu disse em um artigo anterior, é muito legal ver que as startups nacionais passam por um processo de amadurecimento e profissionalização. O Desafio 2009 é mais um evento que confirma o que eu penso.

Todas informações da competição podem ser encontradas na comunidade oficial do evento. http://desafio.ning.com/page/desafio-brasil

Outra dica legal é seguir o twitter oficial: @desafio2009

Be wise.

desafio_america_latina

desafio_america_latina

Desde 2006 o GVcepe (Centro de Estudos de Private Equity e Venture Capital da EAESP-FGV) coordena a competição de planos de negócios “Desafio GV-INTEL de Venture Capital e Empreendedorismo”.

Em parceria com a Intel, esta competição ofereceu nas suas três últimas edições mais de R$250.000 em prêmios, atraiu mais de 350 inscritos de 16 estados brasileiros (sendo cerca de 260 em 2008), proporcionou treinamento para o refinamento de mais de 45 novos projetos, e levou 6 equipes para a competição internacional IBTEC (Intel+UC Berkeley Technology Entrepreneurship Challenge) na Califórnia.

Em 2009 o GVcepe muda a missão do evento, com importantes transformações conceituais e operacionais.

A primeira grande mudança diz respeito ao foco da competição. A partir deste ano o Desafio passa a ser uma competição de start-ups e não apenas de planos de negócios, com um foco muito maior nos empreendedores e na sua capacidade de execução de projetos. Pretende-se criar um evento nacional que seja referência para o lançamento de novos negócios inovadores com foco em tecnologia. Para alcançar esta visão a competição abre as suas portas para todos os empreendedores e não só a alunos de graduação e pós-graduação como nas edições anteriores, determinando restrições apenas para o estágio em que se encontram os projetos. O nome de lançamento da competição será: Desafio Brasil 2009.

A segunda mudança será na criação de uma etapa regional chamada Desafio América Latina. O Desafio AL reunirá representantes de, ao menos, quatro países do continente (Argentina, Brasil, Chile e México).

Público Alvo

A mudança de posicionamento da competição baseou-se no reconhecimento de que a maior contribuição da competição (o processo de aprendizagem relativo à elaboração do plano de negócios e negociação com investidores de venture capital) é válida para todo e qualquer empreendedor, não só para estudantes. Serão aceitos projetos e/ou empresas já constituídas desde que atendam, simultaneamente, aos seguintes requisitos:

  • Sejam projetos de base científica-tecnológica;
  • Apresentem produtos ou serviços escaláveis e com demanda mundial;
  • Tenham recebido investimento máximo de R$250.000,00 de fontes privadas (venture capital, investidores anjo, etc.);
  • Tenham recebido investimento máximo de R$500.000,00 de instituições públicas ou privadas de fomento à pesquisa;
  • Possuam faturamento bruto inferior a R$250.000,00 por ano;
  • Possuam menos de 3 anos de operação como empresa constituída;

O Desafio Brasil e Desafio América Latina apresentam grandes benefícios para os empreendedores, investidores e empresas envolvidas.

Para os empreendedores a competição é uma plataforma de lançamento. Ela oferece a oportunidade de competir por mais de R$60.000 em prêmios e duas vagas na competição internacional IBTEC. Porém, mais importante do que a premiação em dinheiro, é o processo do qual eles participam. Desde a primeira fase da competição os seus projetos passam pelo crivo de profissionais da indústria de private equity e venture capital no Brasil (investidores, empreendedores e acadêmicos), que lêem seus planos de negócios, sumários
executivos e apresentações, oferecendo suas sugestões e críticas. Além disso, trata-se de uma excelente oportunidade para a formação de uma rede de contatos valiosíssima.

Para os investidores a competição apresenta a oportunidade de conhecer projetos e empreendedores diferenciados. Participar do evento permite que eles tenham contato, em primeira mão, com os novos negócios com potencial para se tornarem as grandes empresas brasileiras de tecnologia nos próximos anos, abrindo uma gama de oportunidades para seus investimentos.

Para as empresas patrocinadoras e apoiadoras o Desafio oferece a possibilidade de associação de suas imagem à inovação e ao empreendedorismo, criando um laço importante com um público composto por formadores de opinião (empreendedores, investidores e interessados por tecnologia e inovação).

cronograma_desafio_fgvDatas e Eventos
Final das inscrições: 8/jun
Divulgação dos aprovados para a 2a fase: 3/jul
Data limite de entrega do Plano de negócios: 21/jul
Divulgação dos Semi- finalistas: 24/ago
Mentoring: 31/ago e 25/set
Finais da competição: 12,13 e 14/out

Mais informações podem ser obtidas em: http://desafio.ning.com/
Ou no twitter oficial do evento: http://twitter.com/desafio2009

 

Be wise.

startup_ciclo_financiamento

startup_ciclo_financiamento

Achei a imagem ao lado na Wikipedia. Já conversei muito sobre sobre o ciclo de vida de uma startup. Do investidor-anjo ou do seed capital até o IPO. Infelizmente a imagem ao lado é uma realidade americana e não brasileira. Ela pode ser aplicada a poucas startups nacionais.

Ainda não temos um mercado nacional maduro. Falo isso tanto do lado dos empreendedores e suas startups como no lado dos investidores. Este é um mercado nascente no Brasil. E como em todo mercado nascente existem os oportunistas. E como se faz para diferenciar os verdadeiros empreendedores e investidores dos oportunistas? Bem, se eu soubesse a resposta venderia a preço de ouro. O mais comum é alguém, de um lado ou de outro, acabar queimando parte do ecossistema. Por um lado é bom, pois o ecossistema acaba por se depurar. Por outro é ruim, pois a imagem de um grupo acaba arranhada pela falha de alguns poucos.

Voltando à imagem uma coisa que ocorre muito aqui no Brasil é uma startup com muito potencial acabar no Vale da Morte. Normalmente a ajuda dos investidores-anjos ou seed capitals é fundamental nesta etapa. O problema é como conseguir convencer que a sua startup é melhor que os outros 400 planos de negócios que o investidor recebeu no último mês. Outro ponto que vale a pena ser ressaltado é que muitas vezes o empreendedor quer ganhar dinheiro no curto prazo e acaba saindo do empreendimento logo na primeira oportunidade de venda. O ideal é que se consiga acompanhar um ou dois estágios (Early Stage ou Later Stage). São nestes estágios que o dinheiro realmente começa a aparecer.

Se o IPO é uma realidade distante então quais são as outras opções para finalizar o ciclo de investimento do ponto-de-vita do empreendedor? As estratégias de saída mais comuns aqui no Brasil são as fusões ou as aquisições por outras empresas. E isso dificilmente acontece na fase de capital anjo ou de capital semente. O ideal (best case scenario) é quando o empreendedor consegue um  investidor-anjo para fazer com que a empresa saia do papel e consiga chegar ao ponto de equilíbrio. A partir deste momento o investidor-anjo vende a sua parte para uma empresa de Venture Capital e sai do negócio com o seu investimento já retornado. O empreendedor continua com a participação na empresa original e o Venture Capital é responsável por fazer com que o negócio cresça e ganhe volume. A partir deste ponto começa a ser interessante para o empreendedor a se desligar da empresa já que como eu disse acima o IPO é uma realidade distante. O ciclo da idéia inicial até a saída da empresa pode durar de 3 a 7 anos em média.

Neste ponto eu gostaria de fazer um parênteses e falar um pouco sobre o Vale da Morte. Boa parte das startups não sucedem, pois são apenas boas idéias. E o papel aceita tudo. A minha sugestão neste caso é para que o empreendedor faça o bootstrapping, que nada mais é que fazer um modelo funcional da sua idéia. Conhecido também como Beta. Com um Beta funcional fica muita mais viável conseguir um investidor, pois isso exige que você gaste do seu próprio bolso antes de conseguir o investimento. Isso mostra para o investidor o seu comprometimento com a idéia. Esta é a melhor maneira de escapar do Vale da Morte. E vale mais que qualquer plano de negócios.

Em todos os projetos que eu me envolvo eu sempre apresento a idéia em funcionamento para depois mostrar o plano de negócios. O plano de negócios serve apenas como complemento. Serve para mostrar que você tem algo planejado. Isso é importante para mostrar ao investidor que você possui as características necessárias para conduzir o negócio. Esta é uma parte importantíssima da equação. Se você não tem as características necessárias, por melhor que seja a sua idéia, dificilmente você conseguirá um investidor.

Em resumo é isso:

  1. Faça o Bootstrapping
  2. Procure um bom parceiro-investidor para te ajudar a se livrar do vale da morte
  3. Resista à tentação de vender a sua parte na primeira rodada de investimentos

Be wise.

A procura de investimento

A procura de investimento

First of all: Inovação. Se você busca investimento-anjo para seu negócio, a condição sine qua non para obter o aporte financeiro e intelectual de uma rede de anjos é que seu negócio seja inovador.

Em segundo lugar: investidores-anjo, via de regra, não buscam negócios lucrativos! A verdade é que não estamos nem aí para o lucro atual do seu negócio, o que buscamos são negócios com um enorme lucro “potencial” e preferencialmente com perspectivas internacionais.

Terceiro: O mercado brasileiro é muito limitado para a diversidade cultural e o potencial criativo dos nossos produtos. Acreditamos que não existem barreiras à expansão dos sites brasileiros mundo afora. É apenas uma questão de prioridade estratégica.

Legal – negócios inovadores, potencial de lucros exponenciais e perspectiva internacional. E o que mais?

Empreendedores dispostos a sacrifícios pessoais. Quando investimos em startups estamos assumindo o risco do negócio, mas não queremos assumir os riscos sozinhos. Queremos compartilhar com o empreendedor o sucesso do negócio, mas principalmente os riscos. Para assegurar o comprometimento do empreendedor, a sua renda pessoal deve ser mínima durante o período do investimento para que este esteja fora de sua zona de conforto. Queremos que o empreendedor tenha senso de propriedade com relação a cada centavo investido no seu negócio, qualquer saída de caixa precisa ser absolutamente necessária e será sempre questionada sobre a possibilidade de obter o produto ou serviço de forma mais barata e, portanto, mais criativa.

Dá para perceber que trabalhar com investidores-anjo não é fácil, porém pode ser muito gratificante quando na saída do investimento todos tiverem a sensação de dever cumprido e, só então, colher o excelente retorno de um investimento bem-sucedido!

Em suma, inovação e disposição, é isto o que buscam os anjos!

Marcelo Cazado é Diretor Executivo da Floripa Angels, uma associação de investidores-anjo com foco no estado de Santa Catarina. Nos últimos 15 anos participou de projetos envolvendo investimento, inovação, empreendedorismo e consultoria em grandes corporações.