Faz tempo que eu procurava um artigo que tinha saído na Nature que falava especificamente sobre o amor do ponto-de-vista científico. Compartilho ele com você. Ele faz parte de uma série de artigos chamado Being Human que trata sobre o nosso comportamento como humanos. Este é um tema pelo qual eu tenho um interesse muito especial.


Neuroscience of loveFree Legal Forms

Be wise.

Época de férias é época de colocar a leitura em dia. Tenho mergulhado nos livros como louco neste último mês. E separo aqui os que eu acho que podem somar na formação de um empreendedor. Esta dica de livro é em inglês, pois ainda não foi traduzido para o tupiniquim. O nome do livro é The Da Vinci Method. Tem na Amazon e na Livraria Cultura (custa uns 45 dólares na Cultura). Na Amazon está mais barato. Eu sugiro inclusive comprar outros livros juntos para economizar no frete. E sim. Meu código de afiliado está nele. ;)

O livro aborda como pessoas com traços de TDAH podem usá-los de forma positiva. O autor se baseia na Teoria do Desejo de Otto Rank. Quando eu li este livro senti que estava lendo um manual de instruções. Foi incrível como muita coisa começou a fazer sentido na minha vida. Descobri porque meu pensamento é tão diferente da esmagadora maioria das pessoas. Espero que este livro ajude a traçar o seu próprio caminho. Eu inclusive traduzi o prefácio a algum tempo atrás.

Be wise.

mito_e_tranformacao_joseph_campbell

mito_e_tranformacao_joseph_campbellEu sempre disse que este blog é um experiência pessoal dividida com os outros. Não desejo servir de exemplo para ninguém. Eu quero trazer mais dúvidas do que respostas. O questionamento é o primeiro passo para buscar o verdadeiro sentido que te move. Quero que cada um trace seu próprio caminho. Um dos livros que mais me chamou a atenção nos últimos tempos foi o Mito e Transformação de Joseph Campbell. É uma leitura densa no início, mas da metade do livro para frente não dá vontade de parar. Gosto muito como ele trata o mito da jornada do herói e como este mito se repete em todas as culturas. Inclusive na nossa e no tempo atual.

Outro ponto alto do livro é quando ele trata do mito pessoal. Ou como Jung diz: qual é o mito pelo qual eu vivo? Eu sei por qual mito eu vivo. E você? Por qual mito você vive? Quem sabe este livro te ajude a visualizar com mais clareza. É uma leitura essencial para quem quer se conhecer melhor. Eu recomendo.

Be wise.

Capa do disco Abbey Road / Divulgação

Capa do disco Abbey Road / Divulgação

Achei um artigo na Mente e Cérebro que fala como a música afeta a memória mnêmica, que é a memória responsável pela formação da imagem sensorial vivida na memória (introjeção), sem que o objeto esteja presente e por isso possui características inversas da imagem perceptiva real.

O estudo foi realizado com base na música dos Beatles. E o resultado preliminar é de que independente da época em que as pessoas nasceram a música dos Beatles esteve presente na adolescência dos estudados. No meu caso ela está ligada à minha infância / adolescência quando ia para Bombinhas com meus pais.

Mas o que esta estória toda tem em comum com empreendedorismo. Simples: se a memória mnêmica está relacionada à imagem que nós criamos de algum objeto ou para alguma sensação é bom que o seu projeto inovador consiga despertá-la no contato inicial, pois é ela que no final das contas será responsável pela “boa impressão” que você criou. Este artigo explica com clareza a diferença entre a memória mnêmica e a a imagem perceptiva real.

Um exemplo disso é o Google. Ele já pisou na bola diversas vezes comigo, mas como a minha primeira impressão é a de que é uma empresa com um sistema útil e fácil de usar, eu acabo “perdoando” as falhas que vez ou outra ocorrem.

Para você ter uma idéia de como a imagem mnêmica é muito mais forte que a imagem real vamos fazer um teste. Pense em uma cadeira. Você imaginou um objeto que é usado para sentar e que provavelmente tem um encosto e quatro apoios. Esta é a imagem real.

Agora escute esta música aqui.

Escutou? Muito provavelmente a imagem formada na sua cabeça foi da Operadora Claro. Ela utilizou esta música no seu comercial de final de ano. Foi a memória mnêmica agindo.

Agora que você já sabe que ela existe trate de fazer com que o seu produto / serviço atinja a memória mnêmica dos seus clientes. Como se faz? Bom, se eu soubesse a receita já teria vendido a preço de ouro. O que eu acredito é que ela esteja intensamente relacionada com a música escutada em momentos onde se sente prazer. O case da Claro que eu citei acima é um destes exemplos ao menos para mim.

Be wise.

O Luli escreveu uma série de excelentes artigos sobre as novas formas de interação que a internet produziu. Eu me interessei especialmente pela parte III onde ele fala sobre formas de comunicação na internet. E este dia eu descobri um site que me surpreendeu pela sua forma de interação interação.

Você acha que é possível navegar em um site sem clicar em nada? Tente o http://www.dontclick.it/

Com relação ao meio virtual estamos avançando sem dúvidas, mas acredito que o meio físico de interação que temos com a internet ainda é rudimentar. Afinal ele é realizado através de uma tela, um teclado e um mouse (ok, o iPhone não conta). Não me perguntem como deveria ser o novo modelo. Eu não tenho idéia, mas o don’t click it é um exemplo de que é possível quebrar alguns paradigmas do mundo virtual. Na pesquisa realizada entre os usuário a maioria disse que não sentiu falta do click do mouse.

E aí Luli, o que você acha deste conceito de usabilidade? Algo possível de ser usado em larga escala ou apenas uma boa experiência de design? E o design “físico” para interagir com outros usuários como deveria ser? Para onde vamos? Você arrisca um palpite?

Be wise.

“What we fear is not death. What we fear is that we have wasted life. In our darkest moments we are afraid that our highest calling will go unanswered.”

Garret LoPorto

Este foi um dos pensamentos mais fortes que eu já li. Ele resume boa parte das minhas buscas e questionamentos filosóficos sobre a vida.

Be wise.

criatividade

criatividade.jpgVez ou outra somos confrontados com pessoas que realmente deixam marcas em nossas vidas. Parte destas marcas são deixadas por professores. Eu mesmo tenho alguns professores que me ensinaram lições para a vida toda. Infelizmente existem poucos com esta mentalidade. Este dias encontrei por acaso um blog que me indicou uma estória genial. Esta é a melhor parte de procurar blogs desconhecidos. Eu sempre acabo encontrando informações excelentes.

A estória é basicamente a seguinte. Um professor de economia encontrou uma maneira muito inteligente de fazer com que os alunos ficassem atentos às suas aulas. Ele contava uma mentira por aula. E a função dos alunos, além de aprender, era descobrir qual era esta mentira. Uma maneira simples e criativa de manter o foco dos pupilos. A estória completa você encontra aqui. Achei este site muito interessante, pois contém vários artigos sobre ciências cognitivas. Vale a pena ter em seu bookmark.

Be wise.