Hype da vez
A blogosfera mostra mais uma vez a sua força. A brincadeira é a seguinte. Basta linkar para o Congresso Nacional a Vergonha Nacional.
O culpado disso é o Bender “Bite my shiny metal ass” o Rodrigo. Não entendeu? O Bruno explica.
A blogosfera mostra mais uma vez a sua força. A brincadeira é a seguinte. Basta linkar para o Congresso Nacional a Vergonha Nacional.
O culpado disso é o Bender “Bite my shiny metal ass” o Rodrigo. Não entendeu? O Bruno explica.
Hoje faleceu um dos maiores cantores da nossa época. Este blog presta uma singela homenagem a um dos grandes nomes da ópera. Ele se junta ao hall de grandes cantores que eu não terei mais oportunidade de ver em uma apresentação ao vivo. Os outros que eu gostaria de ter visto são Frank Sinatra, Tom Jobim e Sir Georg Solti.
Be wise.
Hoje eu estava passeando pelo Rec6, que por sinal tem muita coisa interessante, e achei uma ótima idéia que quero compartilhar e participar. Antes de contar a idéia, quero falar um pouco da briga Estadão x Blogs que gerou um stress na blogosfera e chegou ao ponto do Estadão retirar a campanha do ar. Isso mostrou a força que os blogs começam a ter no Brasil.
Enfim, como as grandes idéias sempre surgem em momentos de turbulência, todo este imbróglio trouxe uma idéia genial. E se existisse um site que fosse considerado o site mais relevante do Brasil? Todas as informações contidas nele seriam originárias de pessoas com credibilidade. Melhor ainda se este projeto fosse idealizado sem conotações políticas e sem o guarda-chuva de um grande meio de comunicação. Pois este projeto começou a tomar forma ontem lá no Blog6.
Fiquei muito feliz ao ver gente com credibilidade na blogosfera apoiando o projeto. Gente como o Wagner, o Navarro (esse não deve nem querer ouvir o meu nome, pois ainda não consegui responder um meme que ele iniciou 🙁 ), o Guilherme, a Lúcia, o Tonobohn, o Bender, entre outras pessoas. Isso mostra que este projeto tem futuro.
As únicas preocupações que eu tenho dizem respeito à propriedade do projeto. Como eu disse nos comentários é necessário que este site não seja de propriedade de um grupo de pessoas. Eu sei que é fácil falar, mas minha sugestão é que ele seja gerenciado como se fosse uma ONG, onde cada pessoa que ocupar algum cargo administrativo, o faça por um período limitado de tempo. Além disso cada pessoa não deveria ocupar o mesmo cargo por mais de 2 vezes. Isso iria oxigenar a administração do site, pois como nós todos sabemos, quanto mais tempo uma pessoa passa em uma mesma função, menos ela produz. Basta ver o nosso presidente. 😛
Inclusive estou disposto a usar parte do meu tempo livre para ajudar no projeto. Acho a idéia muito inteligente e empreendedora. E por falar em empreendedorismo, se ficar definido que existirá uma editoria sobre este tema, desde já me candidato ao cargo de correspondente. 🙂
Be wise.
Eu encontrei este e-book faz algum tempo e deixei ele encostado em alguma pasta no meu computador. E você sabe que é comum achar coisas interessantes quando estamos fazendo aquela limpeza virtual no armário. Foi o que aconteceu. Este guia é bem simples, mas com muita informação pertinente. É um guia de marketing focado em vendas via internet.
Entre os principais tópicos abordados estão:
Ah, ele tem um defeito. É em inglês.
Be wise.
Vi este vídeo lá no Via6 no perfil do Cabianca. Ele falava algo sobre liderança. Eu queria usar o mesmo vídeo para falar um pouco de zonas de conforto. No vídeo a menina que canta o hino nacional americano acaba esquecendo parte da letra. Naturalmente as pessoas presentes começaram a vaiá-la. Se você estivesse presente, o que você faria para ajudar a garotinha? Provavelmente nada. Poucas pessoas teriam a coragem de enfrentar uma multidão e tentar resolver um problema de outra pessoa. Por que isso ocorre? A resposta mais simples seria porque não é problema meu. Pensando um pouco mais, eu diria que ninguém ousaria sair da sua zona de conforto para ajudar o próximo. Ainda bem que existiu uma pessoa que aceitou o risco e foi ajudar a menina. O vídeo é legal, pois no final, todos estão cantando o hino. Uma coisa que me agrada muito nos americanos é o espírito patriótico que eles possuem. Coisa que raramente se vê aqui na república das bananas.
Voltando à zona de conforto, para sair dela é necessária uma boa dose de risco e como todos sabemos as pessoas são aversas aos riscos. Preferimos sempre a segurança, o que quer isso signifique. Mas fora da zona de conforto é que estão as oportunidades. Ninguém nunca irá bater a sua porta para te oferecer um negócio da China.
Você sabe porque a nossa seleção de vôlei masculino é tantas vezes campeã? Simples. Porque o Bernardinho é mestre em criar zonas de desconforto para seus atletas. Uma vez ele disse em uma palestra que a cada título ganho, o treino da manhã era iniciado uma hora mais cedo. Criar zonas de desconforto na dose certa acaba por motivar a equipe. Esse desconforto mostra para a comissão técnica e para o atleta que já é campeão, o quanto ele está realmente disposto a ganhar o próximo título.
Entendeu agora porque é importante sair das zonas de conforto? Voltando ao nosso vídeo, quantas pessoas poderiam ter ido ajudar a menina, mas não foram por medo de arriscar. Talvez, para a maior parte das pessoas, a recompensa de aparecer nas televisões do mundo inteiro não valeria o risco de se expor às vaias. Tenho certeza que o técnico que foi ajudar a menina nem pensou nisso. Ele como líder de um time, foi lá resolver o problema. Saiu da sua zona de conforto e mostrou atitude ao tentar resolver um problema que não era dele.
Be wise.
Estes dias eu estava vendo o vídeo que o pessoal do Gmail fez e fiquei pensando: Estes caras sabem mesmo como se comunicar com o consumidor. A estratégia usada pelo Google é inteligentíssima. Eles conseguem criar laços entre a empresa e o consumidor, coisa que a Microsoft nunca conseguiu. A impressão que eu tenho das duas empresas é a seguinte:
A Microsoft impõe as coisas do jeito que ela acha melhor! Hoje eu tentei gravar um DVD e o meu Windows Vista original não permitiu. Já o Google pergunta aos seus consumidores qual a melhor maneira de fazer as coisas.
Enquanto a Microsoft se distancia cada vez mais do seu público, o Google tenta se aproximar. São maneiras diferentes de agir. O Google se arrisca mais, mas em compensação a sua recompensa o seu reconhecimento é maior. A Microsoft fica na zona de conforto. Naquela zona que ficam os que estão acostumados a liderar o mercado.
A Microsoft é uma empresa da velha economia, uma empresa que jamais pensaria em fazer um vídeo destes. E mesmo que ela fizesse, jamais teria carisma suficiente para motivar tanta gente a enviar uma parte do vídeo. Ou alguém se imagina fazendo propaganda para que os seus amigos usem o Hotmail?
Parabéns mais uma vez ao Google pela excelente estratégia e por nos mostrar que realmente vale a pena ouvir e se aproximar cada vez mais do nosso cliente.
Be wise
Dias atrás tive que calcular o reajuste de um aluguel. Como não tinha a menor idéia de por onde começar, procurei a ajuda do oráculo e encontrei um site especializado em cálculos deste tipo. É o Cálculo Exato. Um site que reúne vários cálculos usados no dia-a-dia.
Entre os que mais me chamaram a atenção foram os cálculos de dívidas trabalhistas, aluguéis e dívidas vencidas. O site é uma ótima opção para aquelas pessoas que não estão muito familiarizadas com a HP 49G.
Be wise.

Esta dica de livro é uma das minhas preferidas. Purple Cow ou, como foi traduzido para o português, A Vaca Roxa é um livro escrito por um dos meus autores preferidos. O Seth Godin. A idéia do livro é basicamente mostrar que hoje em dia não basta ser bom. Você tem que ser notável. Ou como ele diz no livro, você tem que se tornar remarkable. Algumas palavras em inglês perdem o significado quando são traduzidas, então eu sugiro que se você tiver oportunidade leia o livro em inglês. Ser remarkable é ser outstanding (ok, vou parar de usar palavras em inglês 😉 ), é ser acima da média. É ser notado por uma qualidade que nenhum dos seus concorrentes possui.
Claro que isso é apenas o começo de um longo e tortuoso caminho. A primeira etapa é justamente ter noção de que você precisa se diferenciar. O problema é que isso exige uma certa dose de risco e as pessoas odeiam se arriscar. A maior parte delas busca a segurança. Quantas vezes na minha vida eu escutei a frase “sempre foi feito desta maneira” quando eu questionava por que usavam tal procedimento. Mas lembre-se que buscando somente a segurança você nunca será excepcional. Será apenas mais um.
Be wise.
Pois é. Já tinha sido vítima do caos aéreo no início da crise. Depois de algum tempo sem precisar viajar, estes últimos dias tive que ir à Vitória no Espírito Santo. Meu calvário começou na saída de Curitiba. Fui embarcar e meu vôo tinha sido suspenso. Não era nem cancelado, era suspenso. Ele deixou de existir. E ninguém me avisou. A cia aérea disse que tinha tentado contato comigo, mas eu não respondi. Como de costume a culpa é sempre do cliente.
Me alocaram em um vôo 5 horas mais tarde. Com isso acabei desmarcando a reunião que eu teria no mesmo dia. Depois descobri que poderia exigir que a cia aérea endossasse meu bilhete para viajar por outra cia no próximo vôo. Claro que ninguém da Gol me disse isso. Fui descobrir tarde. Pesquisando um pouco achei uma cartilha do Procon que explica os direitos do consumidor em caso de atraso ou cancelamento de vôos.
Além disso fiz uma reclamação na ANAC. Lá me disseram que irão abrir um processo administrativo e em torno de 40 dias terão uma posição sobre o caso. Eu acho importante exigir os nossos direitos, pois só somos ouvidos quando atingimos a parte mais sensível das empresas, o bolso. Isso com raras exceções.
Na volta eu teria que fazer uma escala de 2 horas no Rio de Janeiro. Como estava louco para chegar e tinha um monte de problemas para resolver tentei adiantar a conexão no Rio. A primeira pessoa que me atendeu foi grossa e disse que a minha passagem tinha restrições e ela nada poderia fazer. Falei então com o supervisor da Gol e expliquei minha situação. Ele foi super educado, abriu uma exceção e me colocou no próximo vôo para Curitiba.
Agora você me pergunta porque eu contei esta estória toda? Só para dizer que a empresa é o reflexo dos seus funcionários. A Gol me causou um problemão ao suspender o meu vôo de ida, mas felizmente eu encontrei uma pessoa disposta a tentar reparar o erro deles na volta. Eu poderia estar muito frustrado e com raiva da empresa, mas graças ao supervisor que eu encontrei no Rio de Janeiro ele, conscientemente ou não, se preocupou em tentar resolver o problema que um dos seus clientes passara.
As empresas não são perfeitas. A grande diferença entre elas é que algumas não admitem que erram e colocam todo ônus nas costas do cliente. As empresas Purple Cow são aquelas que quando erram assumem o ônus da culpa e fazem de tudo para reparar o erro. E sim, apesar dos pesares, eu continuarei voando pela Gol.
Be wise.
Para quem não sabe eu estou em uma viagem de negócios em Vitória no Espírito Santo. Meus objetivos aqui foram alcançados. E ainda por cima ganhei um bônus que vou dividir com vocês.
Tive a honra de conviver vários dias com uma pessoa que já conseguiu o primeiro milhão faz tempo. Na verdade ele já está na busca pelo primeiro bilhão. Tudo que ele toca acaba virando um sucesso. Isso nas mais variadas áreas e locais. Aço, madeira, transporte, alimentação, bebidas, habitação, enfim qualquer coisa. Ontem esta pessoa me chamou para conhecer parte da estrutura que ele tem na cidade. Eu fiquei impressionado com o gigantismo da operação. Ainda mais para quem iniciou a vida do zero. Sem um centavo no bolso.
O pessoal que conhece esta pessoa brinca que, quando ele era pequeno, ele já trocava uma fralda por duas chupetas. E eu acredito que seja verdade. 😛 Conversando com esta pessoa eu comecei a notar qual era a qualidade que ele possuía e que todos os outros não tem. Foi mais fácil do que eu imaginava. Senso de oportunidade! É isso que fez a diferença na vida dele. Em cada situação adversa que ele passou, ele sempre procurou pela oportunidade que esta situação trazia. Claro que só isso não basta. Ele trabalha umas 10 horas por dia, tem ótimos contatos, se auto-financia, entre outras coisas.
Outra coisa que eu perguntei a ele foi como ele começou. Perguntei se ele batia de porta em porta no início. Aí ele soltou uma gargalhada e disse: Eu não batia de porta em porta não. Eu metia os dois pés na porta com força total. Sem medo de errar. Aí está outra qualidade que o fez chegar onde ele está.
Eu sou muito sortudo por ter esta oportunidade de conviver com uma pessoa assim. Isso foi ótimo para recarregar as baterias e continuar em busca dos meus objetivos. Pessoas como esta que eu conheci são especiais. Elas tem um brilho que poucas vezes eu vi. É algo inerente e que ninguém pode ensinar. Alguns nascem com ele. Foi o caso aqui.
Dois pontos interessantes me chamaram muito a atenção. O primeiro é que ele possui um instituição para crianças abandonadas que ajuda umas 400 crianças por mês. Todo o dinheiro que a instituição recebe vem do bolso dele. E ele não faz propaganda alguma sobre ela. Poucos sabem que ela existe e quem é o seu mecena. A segunda é que ele não usa e nunca usou um computador. Aí você me pergunta como ele consegue controlar tudo sem um computador. Eu também não sei, mas que ele controla, ele controla.
Be wise.