Frases e pensamentos.

Sou totalmente contra livros de auto-ajuda e afins. Na minha opinião esse tipo de material só ajuda quem os publica. Mas como toda regra tem exceção vou criar uma tag aqui no blog com frases interessantes.

Be wise.

Advogados do diabo???

Tenho conversado com alguns advogados ultimamente. Uns mais picaretas que outros. Uma pergunta que sempre me vem a cabeça é: como eles conseguem chegar a valores tão distintos para o mesmo serviço?

Se você pedir a um engenheiro um orçamento para construir uma casa é claro que irá existir variação de preços. Mas tudo dentro de um certa lógica e com certos parâmetros. Com os advogados não acontece isso. Não existe parâmetro algum. Eles simplesmente olham pra você e chutam um valor no melhor estilo “se colar colou”. E o pior de tudo é que é necessário ter um advogado de confiança (tá eu sei que isso é algo difícil :P), pois senão aparece algum advogado picareta e tenta te arrancar algum dinheiro.

Um pensamento recorrente que eu tenho é que só se chama advogado para coisas ruins como: divórcios, processos, brigas, acidentes. Ninguém chama um advogado quando nasce um filho ou quando se ganha na loteria.

Be wise.

Eupresa…

Todo mundo que já começou um negócio sabe como os primeiros passos são duros. Sobrecarga de trabalho. Decisões importantes a todo momento. Ontem, por exemplo, eu decidi o nome da minha nova empresa. Não era o nome que eu queria, mas era o único nome com os domínios .com e .com.br disponíveis. Uma coisa que eu aprendi na base do erro é não se preocupar muito com logomarca e apresentação.

Claro que isso é importante, mas mais importante são os 4 “P’s” do marketing. São eles: Ponto, Propaganda, Preço e Produto. Em outros posts irei abordar cada um deles e como eles podem balizar a entrada de uma nova empresa no mercado.

Be wise.

URGENTE! Troco um clip de papel por uma casa.

Tenho um clip de papel e estou querendo trocar por uma casa. Mas veja bem, não é um clip qualquer. Ele é de metal e encapado com plástico vermelho. 😉

Impossível? Inviável? Loucura? Burrice? Mais uma grande sacada de alguém que provavelmente escutou várias vezes estas quatro palavras acima. Eu ja estava acompanhando a algum tempo a aventura deste canadense que trocou um clip de papel por uma casa. Ele se propôs ir de troca em troca até conseguir uma casa. As únicas regras que ele tinha eram:
1. Trocar sempre por algo melhor e de maior valor.
2. Ir até o local da troca e tirar uma foto com a pessoa que fez a troca.

Seguindo estes dois passos ele conseguiu o impossível. Uma casa nova. Vamos aos fatos:
1. Se eu tentar fazer a mesma coisa será que eu consigo? Provavelmente não. Este tipo de idéia só funciona uma vez, pois ela trabalha com a atenção da mídia pelo inusitado.

2. Será que ele realmente não gastou nada para fazer isso? Fora os custos de translado, estadia e alimentação para realizar a troca é muito provável que ele não tenha gasto nada. Toda a atenção da mídia foi gratuita. E isso fez a diferença.

3. Ele foi empreendedor ou apenas teve sorte? Na minha opinião ele foi muito empreendedor, pois além da idéia ele se preocupou com a execução. Levou muito a sério o plano de marketing e isso foi vital para o seu sucesso. Na verdade o que ele vendeu não foi um clip de papel, foi a propaganda grátis em vários meios de comunicação para cada uma das pessoas que fez alguma troca com ele. E foi muito bem realizado, pois teve um alcance mundial. Pode apostar que as pessoas lá na china estão sabendo desta estória. Assim como você! 😉

Qual lição podemos tirar disso? Em primeiro lugar, nunca desista porque as pessoas acham que a sua idéia é absurda ou inviável. Impossível é algo que existe apenas até a primeira pessoa realizar! Depois se torna possível. Boas idéias surgem aos montes, algumas com bom potencial, mas às vezes elas não saem do papel porque alguém disse ou achou que era impossível de se fazer. Segundo, se sair no jornal, na revista ou na tevê pode partir pra outra, pois a idéia já foi desenvolvida e disseminada. A onda já quebrou e você vai ter que remar muito para tentar pegar essa onda.

Be Wise

Marketing de guerrilha para empreendedores.

A algum tempo atrás comecei a acompanhar o Blog de Guerrilha. Um dos melhores blogs nacionais sobre o assunto. Alguém se lembra do “Jeremias muito louco”? Um vídeo que se tornou viral (passou de uma pessoa para outra espontaneamente) e fez muita gente dar risada. Pois é, uma pequena produtora utilizou ele como “garoto propaganda”. Segue o link do post do Mr. Wagner no Blog de Guerrilha.

Se você não viu ou não lembra do Jeremias muito louco clique aqui.
Para ver a ação de marketing clique aqui.

Uma vez um marketeiro famoso que eu conheço me disse que marketing de guerrilha só funciona quando não se tem dinheiro. Não concordo. Grandes empresas como Nike, Apple, etc, usam este tipo de estratégia para se diferenciar dos seus concorrentes. Creio que está na hora das empresas abrirem os olhos para este tipo de ação.

Da próxima vez que você fizer um anúncio do seu produto pense em alguma forma de se diferenciar dos seus concorrentes. Talvez o marketing de guerrilha seja um dos caminhos. Irei abordar sempre esse tipo de tema, pois é algo importante e ainda pouco falado no Brasil.

Be wise.

Vender apenas um produto por dia. Inteligência ou burrice?

Em um primeiro impulso você vai me dizer que é burrice. Eu também pensei isso da primeira vez, afinal todo mundo vende tudo pela internet. Por que eu iria vender apenas um produto?

Minha idéia é vender apenas um produto por dia. Isso mesmo, a cada 24 horas um produto novo. Não vou dar garantia deste produto. Em caso de problema de fabricação meu cliente terá que ir reclamar diretamente com a fábrica. Não vou ter telefone de atendimento ao cliente. Somente e-mail e site. E caso acabe o meu estoque de produtos antes das 24 horas eu vou simplesmente parar de vender e avisar que o produto está esgotado. E nunca mais vou colocar este produto a venda. Também não vou aceitar devoluções.

A única colher de chá que eu vou dar ao meu cliente é no preço. Vou buscar o menor preço sempre. Você deve estar pensando que eu rasgo dinheiro. Calma, ainda não cheguei a este ponto. 😉

A única coisa que eu estou tentando fazer é tentar me diferenciar dos meus concorrentes. A primeira vista pode parecer que eu estou maluco e que meu negócio tende a ser um fracasso completo. Pois bem, eu te digo que uma empresa assim existe. E é um sucesso total! 😮

O nome desta empresa é Woot. Ela é americana, assim como toda grande idéia empreendedora, e consegue se diferenciar de milhares de sites de comércio eletrônico por vender apenas um produto exatamente como descrito acima.

Por que eu estou contando esta estória? Apenas para mostar que uma idéia que a princípio pode paracer totalmente absurda pode ser na verdade um negócio milionário.

Be wise.

Era uma vez…

A partir de agora vou começar a contar algumas estórias que sempre acabam me chamando a atenção. Seja pela idéia inovadora, pela execução do projeto, pelos erros cometidos ou apenas pelo prazer de contar uma boa estória com alguma lição a aprender.

Be wise.

Contador, o amigo do governo.

Hoje estava conversando com o meu contador. Além de ser meu contador ele é meu amigo. Só tem dois defeitos. Um, torce para o maior rival do meu time de futebol. Dois , é honesto. Calma, eu explico. Ser honesto é uma vantagem, mas não quando você trabalha de fiscal do governo. O contador nada mais é que isso. Um fiscal terceirizado do governo. O pior é que nem adicional de férias e 13° ele ganha. Também não tem a estabilidade de um cargo público oficial.

Be wise.

Resgistro de marca. Gasto à toa?

Hoje tenho uma reunião com o pessoal de marcas e patentes. A pergunta que eu me faço é: mesmo com pouco dinheiro vale a pena registar a marca do meu negócio? Não só vale a pena como isso não é custo, é investimento! Hoje em dia o valor deste tipo de serviço gira em torno de R$ 900,00.

Quanto pensei em registrar a marca da minha empresa de clipping passei por este dilema. Hoje agradeço a este investimento, pois a alguns dias atrás descobri uma empresa prestando serviço no mesmo ramo e com o mesmo nome. Veja, na pior das hipóteses você pode vender a sua marca para o seu concorrente e reaver o dinheiro investido na marca. Como estou mudando de área e sou capitalista, graças a Deus ;), vou fazer exatamente isso. Assim que me sobrar tempo irei entrar em contato com a empresa e “oferecer” a marca a ela. Veja no site do INPI se a sua marca já está registrada.

Be wise.

Sobre a empresa

Ok. Você está lendo sobre empreendedorismo, mas aposto que gostaria de saber mais sobre a minha empresa. Eu, pelo menos, gostaria! 😛

Vou fazer uma breve descrição da minha empresa anterior e no momento oportuno falo mais sobre o negócio que estou criando. Tenho uma empresa de clipping digital. Já vou avisando pra quem pensa em entrar neste ramo: ele é muito ingrato. Jornalistas são clientes extremamente difíceis de se trabalhar. Em sua maioria não possuem uma visão prática de negócios. Estão mais voltados para o “trabalho de escrever” do que para o “negócio de escrever”. Aliado a isso estava a minha inaptidão em lidar com esse tipo de público. Talvez estes dois fatores e alguns outros menores foram os responsáveis pela empresa de clipping não ter se saído tão bem.

No momento estou envolvido em um projeto de um novo software. Não posso abrir muito o jogo, pois ainda está em fase de desenvolvimento. O dia-a-dia que você vai poder acompanhar aqui neste blog é sobre esta nova empresa. Erros, acertos e dúvidas.

Be wise.