:(

Not found.

Indexando a vida

indexed.JPG

Fazia tempo que eu queria escrever um post sobre o INDEXED. Ele é o blog do qual eu tirei a imagem ao lado. Aí você me pergunta o que ele tem de interessante? Bom basicamente ele consegue dar um sentido filosófico aos gráficos. E como todo engenheiro que se preza adora gráficos, eles ficam ainda mais interessantes quando ganham este sentido mais humano.

Baseado neste blog foi feito um vídeo que está disponível no YouTube. Ele filosofa sobre vários pontos da vida. Assista ao vídeo e repare como os gráficos são dinâmicos. Eu particularmente não gostei muito do roteiro e de como as coisas foram “conectadas” no vídeo, mas independente disso ele me fez refletir. E eu acho que era este o objetivo do diretor da animação.

Be wise.

Ausência programada

Só para informar. Este blog não morreu. Estive meio ausente por diversos motivos, entre eles: trabalho voluntário (não, não fui preso. Foi por vontade própria mesmo. hehehe), trabalho na empresa e a famigerada preguiça.

Voltamos à nossa programação quase normal onde eu escrevo, você lê e os para-quedistas clicam nos anúncios. Se cada um fizer a sua parte todos ficaremos felizes. 😉

Be wise.

Wanna be a billionaire

dilbertbillion.gif

Dogbert, the career counselor.

Be wise.

Textos e planilhas do Google reformulado

Hoje o Google alterou a interface do editor de textos e planilhas. Ficou muito legal. Eu uso e recomendo. É uma ferramenta gratuita que deveria ser utilizada por qualquer pessoa que pense em abrir uma empresa. Dentro do “pacote” gratuito que o Google oferece vem o editor de textos e planilhas, calendário, mensageiro instantâneo, e-mail e hospedagem de sites. De todos estes itens o único que eu não utilizo é a hospedagem de sites, pois nela não é possível rodar páginas em php.

Falando especificamente do editor de textos e planilhas, eles estão cada vez mais próximos do pacote Office da Microsoft. Quando eu preciso fazer um gráfico mais elaborado ainda acabo usando o Office, mas na questão compartilhamento de arquivos o Google da de 10 a 0. Meus advogados tem acesso aos arquivos que são pertinentes a eles. E eu ainda sei quando eles alteram alguma coisa. O mesmo serve para a minha agência de publicidade.

No Undergoogle tem mais informações e imagens sobre esta mudança.

Be wise.

Como intimidar o adversário em 1 lição

Eu não me canso de repetir. Atitude é tudo nessa vida. Eu assisti à uma palestra do Brunoro semana passada e ele apresentou um vídeo do Haka. Haka é uma dança de guerra que o time da Nova Zelândia de Rugby, conhecido como All Blacks, faz a cada início de partida. Num primeiro momento você é levado a pensar que eles fazem isso somente para intimidar o adversário. É esta a idéia. Basta ver a cara de preocupação dos adversários no vídeo abaixo.

Analisando mais friamente dá pra perceber que não é só isso. O medo não é imposto pelos gritos que eles dão. É imposto pela crença que eles tem no objetivo que perseguem. A vitória. Dá para ver pelas expressões dos All Blacks o quanto eles estão dispostos a se sacrificar pela vitória. E é isso que assusta os adversários. Fazendo uma paralelo rápido < ironia mode on>é exatamente como a seleção brasileira de futebol tem se comportado na última década.< ironia mode off/>

Esse vídeo me fez pensar em alguns pontos:

  1. Se isso fosse no Brasil, com certeza absoluta, teríamos alguém ligado aos direitos humanos, ao grupo gay da (escolha aqui o estado) ou à secretaria dos afro-brasileiros de cor não branca, dizendo que este tipo de intimidação antes do jogo é preconceituosa e descabida.
  2. Se chapéu é considerado desrespeito no futebol, isso seria considerado o que?
  3. Apesar de ser um vídeo esportivo, ele mostra que quando uma equipe está focada em um objetivo e está disposta a se sacrificar por ele, a possibilidade de sucesso aumenta muito.
  4. E por último eu quero dizer que quando eu tiver filhos, eles ganharão uma camisa do All Blacks ao invés da amarelinha, pois prefiro que meus filhos aprendam o que é espírito de equipe, união, perseverança e trabalho em grupo com uma seleção de outro país do que com a nossa grande seleção brasileira de futebol de talentos individuais.

Be wise.

Dica de filme. O Grande Truque

Mais um off-topic para a coleção. Estes dias acabei indo na locadora sem pretensão alguma de assistir um filme espetacular, mas graças ao alinhamento dos planetas e de escorpião estar na quinta casa do zodíaco obtive a grande sorte de escolher um filme espetacular. Não sou o Ale Rocha do poltrona.tv, mas quero dar o meu pitaco sobre filmes.

O filme escolhido foi O Grande Truque. É um filme muito inteligente e com um final totalmente inesperado. Com todas as pessoas com quem conversei e que assistiram o filme, nenhuma delas conseguiu descobrir o final do filme. Nem eu. E olhe que eu adoro descobrir o final do filme antes dele acabar. Me sinto inteligente por isso. 😛

Tem uma passagem interessante sobre Nikola Tesla, que foi um dos grandes cientistas e inventores que a humanidade já teve. O filme fala sobre mágica e rivalidade. Fala também sobre obsessão. E é neste ponto que eu queria chegar. Obsessão. Ela é como um remédio. Na dose certa cura, mas em excesso mata. Achei muito interessante como foi abordado este tema no filme. Isso me fez refletir se às vezes não estou sendo obsessivo demais em meus objetivos. Qual é o limite que eu posso ir sem perder meus valores e minhas crenças. Acho que obsessão faz parte do mundo de quem arrisca em uma nova idéia, mas me pergunto até que ponto isso é saudável? De qualquer forma fica a dica. Vale a pena assistir este filme. E se você não gostar, bom, pode deixar um comentário aqui falando mau do filme. 😉

Be wise.

Entrando numa fria maior ainda

O Goitacá está fazendo uma promoção onde se deve contar os piores erros cometidos em viagens. Eu resolvi aderir à promoção, quem sabe eu ganho alguma coisa. Se não ganhar pelo menos conto uma estória divertida para você. 😉

A estória que eu vou contar é verídica e nenhum animal foi ferido durante ela (ok, eu passei um pouco de frio, mas foi só). Fui fazer intercâmbio no Canadá quando estava na faculdade. Era a minha primeira viagem internacional de verdade (Paraguai não conta!). Lá estava eu no aeroporto de Curitiba rumo a Winnipeg, para muitos conhecida também com Winterpeg (mais tarde acabei descobrindo o porque do trocadilho). Enfim, estava eu fazendo o check-in no aeroporto e a atendente começou a me dar algumas instruções. Dentre elas uma que eu fiquei meio preocupado no começo, mas depois até achei bom. Ela me disse que a cia aérea iria despachar as minhas bagagens diretamente para Winnipeg. Que não era para eu me preocupar com elas na alfândega. Como bom marinheiro de primeira viagem eu acreditei nela. E lá fui eu embarcar para o meu ano de estudos no Canadá.

O avião saiu pontualmente no horário marcado (sim, isso já ocorreu em um passado distante no Brasil) e fui rumo a Winnipeg com escalas em Nova Iorque e Toronto. Ah, esqueci de contar que tinha comprado uma passagem na classe econômica, mas como não havia vaga me realocaram na classe executiva. E lá fui eu feliz e confortavelmente instalado na executiva. O avião estava cheio de brasileiros e em uma das minhas andanças pelo avião cruzei com uma garota (sempre elas) que coincidentemente tinha saído de Curitiba. Começamos a conversar e perguntei onde ela estava. Ela apontou pra a classe econômica. Aí como eu estava disposto a “desempenhar” fui até a econômica e sugeri que a pessoa que estava do lado dela fosse para a executiva. Claro que ela topou na hora. E lá fui eu tentando “finalizar a menina” no vôo todo. Nada de eu me “dar bem”. Quando pousamos em Nova Iorque grande parte dos passageiros desembarcou e nós ficamos no avião. Outros passageiros embarcaram e no lugar que eu estava veio um negão muito mau encarado com uma camisa do New York Knicks (com certeza o cara morava no Harlen ou no Bronx) e começou a me xingar porque eu estava no lugar dele. Como meu inglês era horrível na época eu não consegui fazer com que o cara fosse ficar na executiva. Morreu aí minha chance de ficar com a menina.

Eu já estava puto e pensando que nada pior poderia acontecer. Foi aí que desembarcamos em Toronto. Todo mundo estava apreensivo para passar pela alfândega, inclusive eu. Reparei que todo mundo estava carregando as suas bagagens, menos eu. Neste momento eu pensei: “Que bando de otários. Porque não despacharam as bagagens até o destino final como eu? Enfim, como diria o grande Bezerra da Silva, malandro é malandro e mané é mané!” E lá fui eu para a fila da alfândega. Quando eu estava na fila reparei lá ao fundo na esteira de bagagens que tinha sobrado duas malas que ninguém havia pegado, inclusive uma delas estava com uma fita azul muito parecida com a que eu tinha colocado na minha mala. Pensei novamente: “Quem será o imbecil que viaja para o exterior e esquece as malas na alfândega. Este tipo de gente merece se ferrar.”

E lá fui passar pela alfândega. Passaporte carimbado e eu estava oficialmente no Canadá. Agora o bicho ia pegar, pois não tinha mais ninguém para me dar informações em português. Levei uns 40 minutos para conseguir descobrir em qual terminal eu deveria pegar o vôo para Winnipeg pela AirCanada. Finalmente consegui embarcar no avião. Lembro que a aeromoça veio gentilmente oferecer o serviço de bordo. Ela falou um monte de coisas das quais as únicas que eu entendi foram chicken or meat. Mandei um chicken e aí ela me falou mais algumas coisas. E eu em uma tentativa arriscada de adivinhar o que ela tinha me perguntado respondi Coke. Então após alguns minutos chegou o meu almoço. Um prato delicioso com um peito de frango assado e uma coca-cola. Neste momento eu pensei: “O pior já passou. Estou me dando bem. Agora é só alegria.”

Finalmente o avião chega em Winnipeg. A temperatura absoluta naquele momento era de -36 graus Celsius. Levando-se em conta que eu tinha saído de Curitiba com +30 graus você pode imaginar como eu estava totalmente preparado para o frio. E lá fui eu buscar as minhas bagagens na esteira do aeroporto de Winnipeg. Como você leitor deduziu nos parágrafos anteriores é ÓBEVEO que as minhas malas não estavam lá. Foi nesse momento que eu me dei conta que o imbecil que tinha esquecido as malas na esteira em Toronto antes da alfândega era EU. O desespero começou a bater. Lá estava eu em um país onde eu não dominava a língua, sem as minhas roupas e sem saber como eu iria fazer para chegar na universidade que eu iria me hospedar. O aeroporto já estava vazio naquele momento, pois eu acho que o vôo que eu peguei era o último do dia. Tentei explicar no balcão da cia aérea o que tinha acontecido. É claro que eles não entenderam nada, pois eles não falavam português. E olhe que eu me esforcei um monte. Falava bem devagarzinho. 😀 Foi quando veio uma menina na minha direção e me perguntou em português: “Você é o Fernando?” Acho que foi Deus que mandou a menina. Ela estudava na mesma universidade que eu ia estudar e aí pediram para ela ir me buscar, pois eu não tinha dado sinal de vida. Ela então explicou a situação para o pessoal da AirCanada e minhas malas foram devolvidas depois de uns 3 dias. Claro que por 3 dias eu passei com a mesma roupa. Consegui só arranjar umas cuecas doadas pelo pessoal da residência estudantil que eu fiquei hospedado.

Vocês pensam que esta estória se estanca por aqui? hehehe. Na verdade sim, Mas queria deixar um bônus. Lá vai. Como eu nunca tinha morado longe da mamãe, lavar roupa era uma coisa que eu não tinha a mínima idéia de como funcionava. Depois que eu voltei ao Brasil descobri um cômodo perdido na minha casa. A tal da lavanderia. 😛 Enfim, voltando à estória, eu simplesmente usava as roupas e ia empilhando em um monte no meu quarto. Como você deve imaginar chegou um momento onde eu tinha usado todas as minhas roupas. Neste momento eu tinha 2 opções: comprar mais roupas ou enfrentar a famigerada máquina de lavar. Como a verba era restrita acabei por optar pela segunda opção. E lá fui eu com a minha amiga Sandra (aquela que foi me buscar no aeroporto) para a lavanderia. Ela me deu toda a explicação como, por exemplo, não misturar roupas brancas com as coloridas. Me mostrou como funcionava a máquina de lavar e onde eu deveria colocar os 75 centavos para que a máquina funcionasse. Feito isso ela foi para a sala de televisão e eu fiquei entretido nos procedimentos que acabara de aprender. Após terminar os procedimentos eu fui para a sala de televisão e ao encontrar a Sandra ela me fez a seguinte indagação: “Fernando, eu reparei que você não tinha uma caixa de sabão em pó. Como você fez para colocar o sabão, hein?” Eu prontamente respondi: “Que sabão? Precisa disso? Isso não está já incluso nos 75 centavos que eu coloquei na máquina?” Mais uma vez a obviedade cruza o meu caminho. Era claro que eu estava lavando roupa sem usar sabão. Aí caímos na gargalhada e ela me disse que os 75 centavos eram só para a máquina funcionar.

Isso tudo ocorreu somente no primeiro mês. Você já deve imaginar a quantidade de “aventuras” que eu tenho guardada para contar sobre as minhas viagens, mas isso eu vou deixar para outro concurso que o Goitacá fizer.

Be wise.

A Bolsa uma hora vai cair. E quando cair…..

Em algum dos comentários que me deixaram foi pedido para eu falar mais sobre a Bolsa de Valores. Bom, achei um artigo muito interessante graças ao Bender. Aquele do Futurama.

Este artigo resume tudo que eu penso sobre o que está acontecendo com a Bolsa de Valores neste momento. Vale a pena a olhada.

Be wise.

Fazer Branding vale a pena?

Desde a semana passada quando eu li um post sobre Branding lá no Blogando por Dinheiro eu estou pensando sobre a real necessidade do Branding para empresas em estágio inicial ou com orçamento de marketing limitado. Vender a marca é claro que é importante. Não há dúvida disso. Mas para quem está iniciando um empreendimento ou possui um orçamento apertado eu acho que investir em Branding é algo altamente questionável.

Falo por experiência própria. Na minha empresa possuo um orçamento para marketing muito menor do que eu gostaria. E na hora de optar por divulgar a marca ou o produto eu não penso duas vezes. Escolho a segunda opção sempre, pois é a que me dá retorno financeiro. Eu não gasto um centavo hoje em dia em Branding.

Claro que você pode argumentar que o Branding também gera retorno. É verdade, mas o retorno é a longo prazo. E quando é você que está tocando o barco não se pode ficar pensando somente no longo prazo. O curto prazo acaba se tornando mais importante, pois é ele que te gera receita imediata.

A internet mudou o conceito de várias coisas. Uma delas foi o anúncio de produtos. Antes do advento dos links patrocinados você tinha que ter uma marca forte e um produto bom. Apenas o produto bom não adiantava, pois as pessoas associavam a qualidade do produto à marca. Com o Adwords e a propaganda contextual isso deixou de ser verdade. Hoje se a pessoa faz uma busca e clica em um link patrocinado é porque ela está inclinada a adquirir aquele produto. Meio caminho já foi andado sem, ao menos, a pessoa conhecer a marca daquele produto.

Eu jamais (nunca diga nunca) faria uma campanha no Adwords para divulgar a marca. Todas as campanhas que eu faço de links patrocinados são especificamente para vender algo. Inclusive eu acho que o Adwords não é um veículo para Branding. Ele não é efetivo para este propósito na minha opinião. Se um dia eu fizer Branding irei associar a minha marca à algum evento ou farei algum anúncio em revistas segmentadas. Creio que aí sim o Branding será mais efetivo.

Be wise.

BRPoint. O primeiro blog com PR7 do Brasil

Bom, o PageRank ainda não é 7, mas tudo indica que vai ser. O Bruno está fazendo uma promoção distribuindo 100 domínios .com grátis. Mas o que está por trás desta promoção que está agitando a blogosfera? Será que ele é um louco esbanjador que não sabe fazer conta?

Pelo contrário. Ele é um gênio, pois usa um tipo de marketing pouco explorado no Brasil. O famoso PayPerPost. Mas o que ele ganha em usar isso ao invés de fazer uma campanha paga no Adwords? Bom, basicamente duas coisas. A primeira é o aumento do seu PageRank. Isso não iria ocorrer com a mesma intensidade se ele apenas fizesse uma campanha no Adwords. E a segunda é que uma campanha no Adwords com orçamento definido tem data e hora para acabar. Isto é, ela não irá deixar rastros. Reviews em blogs não. Eles serão indexados pelo grande oráculo e lá ficarão. É muito provável que se você fizer uma busca com as palavras: blog, PR7 e Brasil este post apareça nos resultados. E como eu estou falando do BRPoint a probabilidade de você clicar no link para visitar o site é gigantesca. Isso irá gerar tráfego para o BrPoint e conseqüentemente clicks. Tenho certeza que ele irá recuperar o investimento em dois ou três meses.

Com este tipo de ação o BrPoint pode ser o primeiro blog nacional a atingir um PR7. Isso seria ótimo para a blogosfera brasileira. E então você me pergunta porque eu estou falando tudo isso? Eu também estou participando da promoção? A resposta é sim. 😀 Melhor que isso. Consegui unir o útil ao agradável. Estou participando da promoção e ao mesmo tempo analisando uma ótima estratégia de marketing.

Ainda com relação à análise do BRPoint um ponto que não me agradou muito foi a união de todos os blogs em sob um único domínio. Preferia quando ele usava blogs segmentados. Claro que isso dificultava e muito o trabalho do Bruno. Sou assíduo leitor do SEO Brasil. Uma sugestão que eu faria era disponibilizar feeds das categorias. Não sei qual a viabilidade de implementação disso, mas acho que seria útil para quem já estava acostumado a acompanhar somente um assunto.

Um outro ponto que o Bruno acerta a mão é em não usar o famigerado leia mais na home do site. Acho péssimo ter que obrigar o leitor a dar um clique a mais para ler algo que ele achou interessante. Os anúncios do Google também estão bem dispostos na home. Eles não atrapalham a leitura do texto em nenhum momento. Acho ruim sites que disponibilizam anúncios do Google no meio do texto.

Para finalizar gostaria de dizer que a promoção que eu estava planejando para o meu blog irá parecer uma porcaria em comparação com a do Bruno. Mas vamos lembrar uma coisa. Ele é problogger, eu não. 🙁

Ganhe um domínio grátis.
Basta participar da promoção que está sendo realizada pelo BrPoint.

Be wise.